A longevidade das obras públicas é um dos grandes desafios da infraestrutura brasileira. De acordo com Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, estradas, pontes, viadutos, sistemas de saneamento e equipamentos urbanos precisam resistir ao tempo, ao uso intenso e às variações climáticas. Nesse cenário, a engenharia moderna assume papel central ao incorporar tecnologia, planejamento e visão de longo prazo desde a concepção dos projetos até a fase de operação.
Planejamento e projeto orientados ao ciclo de vida
A durabilidade de uma obra pública começa antes do canteiro. A engenharia moderna trabalha com a lógica do ciclo de vida, avaliando não apenas o custo inicial, mas também despesas futuras com manutenção, operação e reabilitação. Para Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, decisões técnicas tomadas na fase de projeto influenciam diretamente a resistência e a funcionalidade das estruturas ao longo de décadas.
Estudos geotécnicos aprofundados, análises de cargas reais, simulações estruturais e avaliação de riscos permitem projetar obras mais adequadas às condições locais, reduzindo patologias precoces e intervenções corretivas.
Materiais mais duráveis e soluções técnicas avançadas
A evolução dos materiais é outro fator determinante. Concretos de alto desempenho, aços especiais, revestimentos protetivos e sistemas anticorrosão ampliam a resistência das estruturas expostas a ambientes agressivos. Segundo Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a escolha correta de materiais não representa custo adicional, mas investimento em longevidade e segurança.

Além disso, métodos construtivos mais precisos e industrializados reduzem falhas de execução, que costumam ser uma das principais causas de degradação prematura em obras públicas.
Execução controlada e qualidade construtiva
A engenharia moderna também se destaca pelo controle rigoroso da execução. Processos bem definidos, fiscalização técnica qualificada e uso de tecnologias de monitoramento garantem que o projeto seja fielmente executado. Conforme destaca Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, pequenas falhas construtivas podem comprometer o desempenho estrutural e gerar altos custos ao longo do tempo.
O controle tecnológico de materiais, a rastreabilidade de processos e a padronização de procedimentos elevam o nível de qualidade das obras entregues à sociedade.
Manutenção preventiva e monitoramento contínuo
A longevidade não depende apenas da entrega da obra. A engenharia moderna incorpora planos de manutenção preventiva e sistemas de monitoramento estrutural que permitem acompanhar o comportamento das estruturas em uso. Sensores, inspeções periódicas e análises técnicas identificam desgastes antes que se tornem problemas graves.
Essa abordagem reduz custos emergenciais, aumenta a segurança e prolonga significativamente a vida útil dos ativos públicos.
Engenharia como garantia de durabilidade e eficiência
Obras públicas duráveis exigem mais do que soluções imediatistas. Para Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a engenharia moderna alia técnica, inovação e responsabilidade para entregar infraestrutura capaz de atender gerações futuras.
Ao priorizar planejamento, qualidade e gestão ao longo do ciclo de vida, a engenharia se consolida como instrumento essencial para garantir a longevidade das obras públicas, otimizando recursos e promovendo benefícios duradouros para a sociedade.
Autor: Daryonin Volgastov